FRASES CÉLEBRES

Frases Célebres

"Ama-me quando eu menos o merecer, porque será nessa altura que mais necessitarei"
-- Dr.JeckyII


"Sê paciente, espera que a palavra amadureça e se desprenda como um fruto ao passar o vento que o mereça"
-- Eugénio De Andrade


"O amor e a verdade estão unidos entre si, como as faces de uma moeda. É impossível separá-los. São as forças mais abstractas e mais poderosas desse mundo."
-- Mahatma Gandhi


"Há vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la."
-- Carlos Drummond de Andrade


"Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor. Como as outras, ridículas..."
-- Fernando Pessoa


"O verdadeiro amor é como os fantasmas. Todos falam nele, mas ainda ninguém o viu."
-- Fide da Roche


"O amor e o desejo são as asas do espírito das grandes façanhas."
-- Johann Wolfgang von Goethe


"O amor é a força mais subtil do mundo."
-- Mahatma Gandhi


"Amar é encontrar na felicidade de outrem a própria felicidade."
-- Gottfried Leibnitz


"Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor."
-- Vladimir Maiakovski


"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante."
-- Antoine de St. Exupery (in "O princepezinho")


"Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia
ser achado numa só rosa."
-- Antoine de St. Exupery


"Sou o dono dos tesouros perdidos no fundo do mar.
Só o que está perdido é nosso para sempre.
Nós só amamos os amigos mortos
E só as amadas mortas amam eternamente..."
-- Mário Quintana


"Tudo o que sabemos do amor, é que o amor é tudo que existe."
-- Emily Dickinson


"Amor são duas solidões protegendo-se uma à outra."
-- Rainer Maria Rilke


"O amor é a asa veloz que Deus deu à alma para que ela voe até o céu."
-- Michelangelo Buonarroti


"Temer o amor é temer a vida e os que temem a vida já estão meio mortos."
-- Bertrand Russell


"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor."
-- Wolfgang Amadeus Mozart


"Não há nada que esteja só; nada pode estar em completa solidão: o que existe necessita de outro para ser."
-- Leopoldo Schfer


"A pior solidão que existe é darmo-nos conta de que as pessoas são idiotas."
-- Gonzalo Torrente Ballester


"Quando o amor vos fizer sinal, segui-o; ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos; ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir."
-- Khali Gibran


"Só se vê com o coração. O Essencial é invisível aos olhos"
-- Exupéry


"Nada existe de grandioso sem Paixão"
-- Hegel


"O beijo é a menor distância entre dois apaixonados"
-- Amy Banglin


"O falar incessantemente por hipérboles só se adapta bem ao amor."
-- F. Bacon


"É preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado"
-- Guimarães Rosa


"Na terra nasce o amor, no céu floresce."
-- Maciel Monteiro


"Ninguém pode fugir ao amor e à morte"
-- Públio Siro


"O amor é uma flor delicada, mas é preciso ter a coragem de ir colhê-la à beira de um precipício aterrador."
-- Storm (João Teodoro Woldsen)


"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
-- Saint-Exupèry


"Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te"
-- Shakespeare


"Amar é admirar com o coração. Admirar é amar com o cérebro."
-- Theophile Gautier


"O amor grava sua tatuagem na carteira de todo amante"
-- Mildred Meiers


"A religião prestou ao amor um grande serviço, fazendo dele um pecado."
-- Anatole France


"Nunca devemos julgar as pessoas que amamos. O amor que não é cego, não é amor."
-- Honore de Balzac


"O amor é um conflito entre nossos reflexos e nossas reflexões."
-- Magnus Hirschfeld


"Pode-se amar até a loucura uma mulher feia, por encantos que superam os encantos da beleza."
-- Jan Paulhan


"Na vida do homem, o amor é uma coisa a parte, na da mulher, é toda a vida."
-- Lord Byron


"Não sou como a abelha saqueadora que vai sugar o mel de uma flor, e depois de outra flor. Sou como o negro escaravelho que se enclausura no seio de uma única rosa e vive nela até que ela feche as pétalas sobre ele; e abafado neste aperto supremo, morre entre os braços da flor que elegeu."
-- Roger Martin du Gard, Os Thibault


"O amor não é mais que uma amizade inflamada"
- Pintor de Évora


"Quem começa a entender o amor, a explicá-lo, a qualificá-lo e quantificá-lo, já não está amando."
-- Roberto Freire


"As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem."
-- Lilian Tonet


"Só há amor quando não existe nenhuma autoridade."
-- Raul Seixas


"Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade."
-- Raul Seixas


"Não exijas dos outros qualidades que ainda não possuem."
-- Francisco Cândido Xavier


"Não somos amados por sermos bons. Somos bons porque somos amados."
-- Desmond Tutu


"Num bom relacionamento, a proporção de poder entre o homem e a mulher deve ser um a um."
-- Elizabeth Hurley


"O erotismo é o grande triângulo entre o homem, a mulher e Deus."
-- Olga Savary


"As almas encontram-se nos lábios dos enamorados."
-- Percy Bysshe Shelley


"Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro."
-- Carl Gustav Jung


"A fotografia nunca se revela por inteiro quando você se desmancha por alguém. Essas relações lembram uma foto polaroid: a imagem vai aparecendo aos poucos. Algumas coisas se distanciam do sentimento original, mas isso é a vida."
-- Mia Farrow


"É mais fácil ser amante do que marido, pois é mais fácil dizer coisas bonitas de vez em quando do que ser espirituoso dias e anos a fio."
-- Honoré de Balzac


"Sabe o que é melhor que ser bandalho ou galinha? Amar. O amor é a verdadeira sacanagem."
-- Tom Jobim


"Amar é... ser a primeira a reconhecer o corpo dele no Instituto Médico Legal."
-- Ivan Lessa


"Não se ama duas vezes a mesma mulher."
-- Macahado de Assis


"Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra."
-- Leila Diniz


"Lembre-se!!! Quando pensar em ferir alguém, lembre-se que você pode está dentro do coração desse alguém."
-- Ana Paula Nascimento Ramos


"Amor é um não-sei-quê, que surge não sei de onde, e acaba não sei como."
-- Scudery


"Assim como as chaves abrem cofres, as cartas abrem corações."
-- James Howell


"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós."
-- Amado Nervo


"Nunca lamente uma ilusão perdida, pois não haveria fruto se a flor não caísse ".
-- Thaysa M. Dutra


"Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre."
-- Paulo Coelho


"O amor não se constitui de cegueira, se constitui em ver os defeitos do amado e aceita-los apenas porque se ama."
- Lucas Augusto


"O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar."
-- Carlos Drummond de Andrade


"Quando fala o amor, a voz de todos os deuses deixa o céu embriagado de harmonia."
-- William Shakespeare


"Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor"
-- William Shakespeare


"Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor"
-- Madre Teresa


"O amor é o nosso estado natural quando não optamos pela dor, pelo medo ou pela culpa"
-- Willis Harman e Howard Rheingold


"Como se tornar uma esposa melhor? Tentando não fazer do marido um esposo melhor."
-- Gurumayi Chidvilasananda


"Saia da roda do tempo e venha para a roda do amor."
-- Jalaludin Rumi


"Nenhum homem viveu que tivesse suficiente / Gratidão de crianças e amor de mulher."
-- William Butler Yeats


"No homem, o desejo gera o amor. Na mulher, o amor gera o desejo."
-- Jonathan Swift


"O amor é como fogo: para que dure é preciso alimentá-lo."
-- La Rochefoucauld


"O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem."
-- Saint-Exupèry


"Um amor mais forte que tudo, mais obstinado que tudo, mais duradouro que tudo, é somente o amor de mãe."
-- Paul Raynal


"Amor não se conjuga no passado; ou se ama para sempre, ou nunca se amou verdadeiramente."
-- M. Paglia


"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor".
-- Wolfgang Amadeus Mozart


"Amar alguém é ser o único a ver um milagre invisível aos outros."
-- Mauriac



"O amor nasce do desejo respeitoso de fazer eterno o passageiro"
-- Ramón Gómez de la Serna



Lutar pelo amor é bom, mas alcança-lo sem luta é melhor.
-- William Shakespeare


Amar é mudar a alma de casa.
-- Mario Quintana


Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.
-- Vinícius de Moraes


No homem, o desejo gera o amor. Na mulher, o amor gera o desejo.
-- Jonathan Swift


Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor.
-- Madre Teresa


O amor é o nosso estado natural quando não optamos pela dor, pelo medo ou pela culpa.
-- Willis Harman e Howard Rheingold


Haverá algo mais belo do que ter alguém com quem possa falar de todas as suas coisas como se falasse consigo mesmo?
-- Cícero


O amor decresce quando cessa de crescer.
-- Chateaubriand


Não há surpresa mais maravilhosa do que a surpresa de ser amado.
-- Charles Morgan


Há cordas no coração humano que o melhor seria não fazê-las vibrar.
-- Charles Dickens


O tempo pode extinguir ligeira chama, mas não os vulcões.
-- Castilho


O amor não é inteiramente um delírio, mas tem com ele muitos pontos em comum.
-- Carlyle


O amor sendo cego, os enamorados não podem ver as loucuras que
cometem.
-- Shakespeare


Quando alguém está apaixonado, começa por enganar-se a si mesmo e acaba por enganar os outros. É o que o mundo chama romance.
-- Oscar Wilde


O amor é um sórdido embuste pelo qual a natureza nos leva a
continuar a espécie.
-- W. Somerser Maugham


Quem ama muito fala pouco.
-- B. Castiglione


O amor é o único jogo no qual dois podem jogar e ambos ganharem.
-- Erma Freesman


Na raiz de quase todas as misérias materiais e, sobretudo, morais, está uma falta de amor, uma fome de afeição que não foi satisfeita.
-- Georges Arnold


Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos.
E um amor sem beleza é como floressem perfume.
Vida, amor, beleza: eis a minha trindade.
-- Gibran, Temporais


O fundo de uma agulha é bastante espaçoso para dois enamorados;
mas o mundo todo é pequeno para dois inimigos.
--Solomon Ibn Gabirol


Gostamos de alguém porque; amamos alguém apesar de.
--Henri de Montherland

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

A eclosão da Guerra da Coréia em 25 de junho de 1950, foi rescindido em 27 de julho, 1953 ...;O que foi a Guerra Fria?


A eclosão da Guerra da Coréia em 25 de junho de 1950, foi rescindido em 27 de julho, 1953 ...

No convés de um soldado 3RAR EUA Mais informações sobre

Norte-coreana de invasão da Coréia do Sul tentativa de unificar o país sob o regime. A tentativa falhou, e Coréia do Sul são ainda nutrientes . Fronteira, o exército colocou ao longo da fronteira em ambos os lados e, ocasionalmente interrompidos pelo ataque a paz inquieta saturada é mantida.

A Guerra da Coréia foi o pai de mais de 2 milhões de vítimas, 20 anos devastou a economia. Esta guerra foi resultado de o maior conflito de Guerra Fria, o O confronto político, econômico, militar e ideológico do protagonista, a ex-União Soviética e os Estados Unidos intervieram na guerra da Coréia. A ex-União Soviética e seus aliados, China apoio a Coreia do Norte , enquanto os Estados Unidos se reunir aliados para apoiar o Sul sob os auspícios da Organização das Nações Unidas (ONU). Fornecer suporte para as Nações Unidas em 21 países, uma da Austrália foi despachado quase 18.000 tri Na Austrália, 24 de outubro de cada ano, a Organização das Nações Unidas (Dia da ONU) sobre elas, especialmente as 340 pessoas que morreram no memorial.

nho e saiu para a praia perto de Pusan, Coréia do Sul meninos órfãos de guerra. Qualifique-se como um correspondente de guerra, a ONU autorizou uma série de fotos tiradas de chuva australianos Douglas Bush. Bush não-coreanos refugiados, órfãos, prisioneiros de guerra, os norte-coreanos e chineses forças comunistas para as atividades de socorro e missionário foram tomando seu tempo. L. Bush, não-doação. [AWM P04641.131] ... para ampliar a foto de um menino órfão

Os líderes mais famosos da época e está intimamente relacionado com a guerra. Dois presidentes dos Estados Unidos, Harry S. Truman e Dwight Eisenhower, presidente da China , a antiga União Soviética, eles imediatamente Josef Stalin . A Guerra da Coréia foi o únicO

Fotos de menino órfão irregular

 

A Península Coreana, o comprimento é 856 km a leste do Mar do Japão, sobre o sul do Estreito, oeste da fronteira no Mar Amarelo. É de 160 km de distância do continente Japão, a Coreia do Estreito Além ...

Gapyeong paisagens 
Andando pelos arrozais em fotos Coreia de órfãos
Coréia, em um vale entre montanhas íngremes e estreitas e planas culturas e plantou típicos da aparência rural. [AWM P04641.130] ... andando pelos campos de arroz após a colheita de órfãos na Coreia foto 
A norte faz fronteira ao longo do rio Yalu, fronteira com a China. Dos 18 quilômetros da fronteira entre a Rússia (então União Soviética) transmitiu à Coreia do Norte através da fronteira dos antigos suprimentos da União Soviética. Até 9.200 quilômetros, a maior parte da península coreana impróprios para costa residência, a costa e mais de 3.500 livros várias vezes. Cintura mais estreita e, geralmente, a maior parte da batalha foi travada na península coreana é de 350 quilômetros de largura e 200 quilômetros.
Esta é a península ao longo da espinha dorsal do exército para se deslocar até 1708 m de altitude da cordilheira Taebaek se estende ao longo do lado leste da península, descendo a serra pequena, que se estende a oeste do tronco quando pedra de tropeço. 1950 algumas estradas e ferrovias foram também não de norte a sul, de leste a oeste ao longo da costa para ligar o Oriente eo Ocidente, foi colocado apenas alguns. Montanhas na costa leste de proximidade muito perto do mar, foram isoladas das planícies costeiras. Maré e da boca das montanhas em direção à costa oeste mais suavemente inclinada jyeotneunde costa oeste, as planícies de largura e profundidade ampla e rasa. A maior parte da grande rio flui sudoeste do nordeste, especialmente para perturbar o movimento dos raros Civil nas montanhas da estrada e pontes ferroviárias é outro obstáculo.
Ambos os lados para a capital sul-coreana de Seul era um objetivo político importante. Seul é também uma grande importância prática como um hub de comunicações para toda a costa oeste. Íntimo O número de porta foi insignificante. Das Forças Aliadas, a base de fornecimento japonês perto do maior porto de Busan, forças das Nações Unidas na Coréia Felizmente para o canto sudeste da península foi Busan para os comunistas não uma vez ocupada.
Mudança da Coréia do clima são graves. Chuva no verão é quente e úmido ohmyeo muito Carne da Mongólia e Sibéria, em que o vento sopra de inverno. As temperaturas de inverno nas montanhas é extremamente fraca potência, 17 graus abaixo de zero e neve durante todo o inverno, as montanhas são cobertas.
De 3RAR reunidos em torno do fogo, no auge do inverno, em 1952, foto Midwinter 1952, a partir do topo da montanha, sem defesa a sério, australianos terceiro batalhão (3RAR) tripulações juntos em pequenos grupos ao redor do fogo para aquecer o corpo juntos. Coletes à prova de vento e acolchoadas para proteção extra contra o frio de roupas de inverno a maioria dos soldados está vestindo um chapéu de pele. Ian Robertson baleado. [AWM P02201.136 foto 3RAR para ampliar
Desdobramento operações movimento e difusão de estradas e ferrovias, teve de contar com as forças das Nações Unidas nas montanhas do que os norte-coreanos e as forças comunistas chinesas, o veículo levemente armada e menos usado, porque era fácil. Transferência de guerra de preços de transição no primeiro ano das forças da ONU da costa em direção ao ataque foi completamente dominado a rota da ONU foi porque o transporte marítimo fornece disponível. Isso criou uma lacuna na região montanhosa que fica entre as forças comunistas em outubro de 1950 , em seu primeiro contra-ataque de quebra de vidro de usar. impasse, na segunda fase da guerra, os comunistas continuam a atacar, enquanto nas montanhas , as Nações Unidas devido a más estradas entupidas com neve no inverno muitas vezes acaba por ser o eixo do ataque comunistas, o reforço do exército próprio não podia.

 

 

 

 

 

Banho e saiu para a praia perto de Pusan, Coréia do Sul meninos órfãos de guerra. Qualifique-se como um correspondente de guerra, a ONU autorizou uma série de fotos tiradas de chuva australianos Douglas Bush. Bush não-coreanos refugiados, órfãos, prisioneiros de guerra, os norte-coreanos e chineses forças comunistas para as atividades de socorro e missionário foram tomando seu tempo. L. Bush, não-doação. [AWM P04641.131] ... para ampliar a foto de um menino órfão

Os líderes mais famosos da época e está intimamente relacionado com a guerra. Dois presidentes dos Estados Unidos, Harry S. Truman e Dwight Eisenhower, presidente da China , a antiga União Soviética, eles imediatamente Josef Stalin . A Guerra da Coréia foi o único caso. Durante a Guerra Fria, a China, a antiga União Soviética, o Exército dos Estados Unidos ea Força Aérea ocorreu no longo prazo entre As montanhas que fase da guerra .

A Guerra da Coreia foi um novo tipo de guerra. Vitória completa nesta guerra ser expandida em uma série de riscos de guerra nuclear das duas superpotências, ambos com Estado com armas nucleares, nem objetivo não podia. Os resultados da Guerra da Coréia, os Estados Unidos era fazer sua decisão de manter grandes forças, a fim de suprimir o comunismo. Além disso, a China está emergindo como uma grande potência militar ea guerra foi travada entre o primeiro duelo jato foi O caso da Austrália, o recém-formado exército australiano que lutaram contra a Guerra da Coréia foi a primeira guerra da Royal Australian Navy aeronaves operações da transportadora aérea na guerra a única guerra foi a última guerra da Royal Australian Air Force combate aéreo lutou.

Coréia Guerra lição ajudas


  1. Usando o atlas, primeiro no centro do mapa de cada país para escrever os nomes de todos os cinco países abaixo.

    Países comunistas: a China, a antiga União Soviética (hoje Rússia), a Coreia do Norte.

    Anti-comunismo países: Coreia do Sul, Japão.

  2. Países comunistas em torno das fronteiras dos três países desbaste sete listras vermelhas agora. Pintado com anti-comunismo foi a Organização das Nações Unidas (ONU) para apoiar o país da mesma forma com a cor azul.

  3. Nota 11 dos seguintes locais no mapa, atlas.

    O Mar Amarelo, a Coreia Estreito, Mar do Japão, Pyongyang (capital da Coreia do Norte), Seul (capital da Coréia do Sul), e outras grandes cidades da Coreia do Sul, Incheon e Busan () para definir o intervalo entre Incheon e Seul, os australianos bases no Japão Iwakuni, Sasebo Japão principais bases navais (forças da ONU), Shenyang (Coréia durante a Guerra da Coréia, base principal da China), e Vladivostok (Coréia durante a Guerra da Coréia da União Soviética, a principal base).

Agora siga a directiva com cuidado: uma cor (azul ou vermelho) o uso de eventos importantes ou lugares associados com o comunismo, e usando uma cor diferente associado com as Nações Unidas ou eventos para exibir. Além disso, ao lado de cada uma das setas ou pontos desenhados no mapa você escrever o número abaixo.

  1. Apenas imaginar, mas não desenhe uma linha ligando a fronteira oriental das duas Coreias de Incheon. Um ponto a meio da linha de tomar Gapyeong escrever Austrália, Coréia, durante a guerra, tendo o máximo foi a cena da famosa batalha .

  2. Tomando um ponto intermediário entre Incheon e Seul Gimpo escrever que Foi o aeródromo da Real Força Aérea Australiana na Coréia durante a guerra.

  3. Lado norte-coreano na costa leste hwanghaean costa flutuante simplesmente desenhar a forma do navio. Marinha australiana para bloquear qualquer tentativa de aliar a Coreia do Norte à Coreia do Norte por águas do mar tem sido de reconhecimento.

  4. Ir por terra a Pyongyang de Shenyang para desenhar uma seta. A China enviou tropas e suprimentos para apoiar a Coreia do Norte desta forma foi

  5. Vladivostok a Pyongyang de ir por terra para desenhar uma seta. Esta estrada foi o apoio à Coreia do Norte, a União Soviética enviou suprimentos

  6. Desenhe setas para Sasebo a caminho de Busan. Que a maior parte das tropas da ONU e suprimentos a partir de bases no Japão, Coréia do Sul, vá para o caminho que foi

  7. Desenhe um quadrante no canto inferior direito da Coreia. Quadrante de Busan a uma distância de cerca de 60 milhas em todos os ramos devem ser Calculado usando esta atlas. Quadrante na área, a área é conhecida como o perímetro de Pusan. O Norte contra o Sul, na primeira ofensiva, os sul-coreanos e as tropas da ONU aqui até que empurrou foi

  8. Incheon para desenhar setas para o ano, através do Mar Amarelo desde o Sasebo. Quando os norte-coreanos atacar as forças da ONU no Perímetro de Pusan, e as forças da ONU, tropas norte-coreana nos traseiros, grandes forças desembarcaram em Incheon-los isolated've.

  9. Se você desenhar uma seta reta de Seul a Iwakuni. Este ativista australiano enfermeiras avião de transporte australianos da zona de guerra e evacuaram os feridos para o hospital no Japão, a fim de mover a trajetória de vôo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que foi a Guerra Fria?

A eclosão da Guerra da Coréia, no contexto do conflito da Guerra Fria 44 anos a partir de 1947 foi

O presidente Truman assinou a proclamação em foto

O presidente Harry Truman foi o presidente dos Estados Unidos da América 33. Oficial de artilharia na II Guerra Mundial, Harry Truman, que estava ativo no momento da morte súbita do presidente Franklin Roosevelt, em abril de 1945, foi vice-presidente. Truman lançaram duas bombas nucleares sobre o Japão, decidiu contra uma invasão norte-coreana de Coreia do Sul, depois de 5 anos, resolutamente decidiu responder. Esta foto de Truman para iniciar a Guerra da Coréia e declarou estado de emergência na mesa do escritório, na Casa Branca, sua posição na assinatura proclamação. [Fonte: Wikimedia Commons ] ... Presidente Truman foto para ampliar

O país, incluindo a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e seus aliados, os Estados Unidos da América (EUA) o país, inclusive de seus aliados, a Guerra Fria entre as tensões econômicas, políticas e militares. A Guerra Fria terminou com o colapso da União Soviética em 1991, com

Dos Aliados na Segunda Guerra Mundial para derrotar as potências do Eixo (Alemanha, Japão, Itália, Hungria, Roménia, Bulgária) Estados Unidos ea URSS foram os dois países mais poderosos. Dois vencedores após a guerra antes e depois do acordo sobre a composição do mundo não conseguiu. O primeiro conflito na Europa, após a derrota da Alemanha, em 1945, os exércitos dos dois países uns contra os outros, enquanto pontuado. Para integrar os territórios ocupados da Europa Oriental, da URSS e da Europa Oriental como uma organização de desenvolvimento até 1955 era conhecido como o Pacto de Varsóvia, aliança militar. Os Estados Unidos e seus aliados, a Organização do Tratado do Atlântico Norte foi formado. Com o tempo, a Guerra Fria se espalhou para Ásia e África, ea maioria dos Estados Unidos ou os países da URSS e aliados. Às vezes, cada esfera de influência que a política econômica foi chamado de "capitalista-ocidental" ou "comunista Bloco Oriental '. China Coreia do veterano de guerra e foi um membro do Bloco de Leste. Países formado o Movimento dos Não-Alinhados, e não querem se envolver em qualquer campo .

Durante todo o período da Guerra Fria, os Estados Unidos ea União Soviética tomou uma atitude cautelosa em relação confronto direto. Tanto o confronto direto países, eventualmente, ser expandida em uma guerra nuclear que estava segurando o suficiente foi baseada no medo. Em vez disso, uma guerra por procuração estourou. A primeira guerra foi uma guerra na Coreia foi caracterizado por conflito no país, como o atrito de uma guerra por procuração para o Sul eo Norte do conflito internacional entre os Estados Unidos ea URSS na sobreposição acontece.

Medalha da Austrália 1945-1975

Ativistas 'Berlin' celebrar o armário de remédios é preenchido com a Medalha da Austrália 1945-1975 para os Royal Australian pessoal da Força Aérea envolvidos no transporte aéreo de Berlim foi concedido. É o ponto de partida da Guerra Fria entre a URSS e os Estados Unidos o abastecimento de alimentos de transporte aéreo para os cidadãos do bloqueio de Berlim pela URSS durante os primeiros ocorreram hostilidades evidentes foram iniciados. [AWM REL31527.001] ... para expandir a Medalha da Austrália

O fim da Segunda Guerra Mundial, com base na linha de 38 graus acordo foi assinado para dividir temporariamente a península para os dois domínios . As duas superpotências e seus aliados de ajuda econômica, tecnologia militar e apoio à formação para a EPA. Por outro lado, Joseph Stalin , líder da União Soviética , que apoiou a comunistas da Coréia do Norte, Kim Il-sung , o presidente Truman dos Estados Unidos para apoiar anti-comunista e primeiro presidente da Coréia do Sul, Syngman Rhee .

A Coreia do Norte invadiu o Sul, deixe a URSS e prestar apoio. De 25 de junho de 1950 estourou a guerra, alguns dias depois, após os Estados Unidos declararam a disposição de ajudar a Coréia do Sul. Os Estados Unidos ganhou o apoio da Organização das Nações Unidas do Conselho de Segurança, o Conselho de Segurança da ONU condenou a invasão norte-coreano das tropas militares dos EUA para defender a aprovação do plano do Sul Coréia. Austrália foi uma das tropas e atinge os 16 Estados membros da Organização das Nações Unidas respondeu

 








Coréia Guerra

1950-1953 entre Norte e Coreia do Sul após a Guerra da Coréia é a guerra ...
Fotos soldados 3RAR "dos bosques cobertos de neve- Mais informações sobre
Coréia Guerra foi a guerra em grande escala, a Guerra Fria, o conflito na superfície maior. Antes e depois da Guerra Fria, as duas superpotências, os Estados Unidos da América ea União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (antiga União Soviética) entre o confronto político, econômico e militar. República da Coreia (Coreia do Sul), recebeu o apoio dos Estados Unidos, os Estados Unidos estão ao lado de sua própria para convencer as Nações Unidas. Austrália foi um dos dos 21 países, as Nações Unidas enviaram tropas para ajudar a Coréia do Sul . República Popular Democrática da Coreia (Coreia do Norte), recebeu o apoio da China e da antiga União Soviética.
Medalha das Nações Unidas Guerra da Coréia e da fita Medalha das Nações Unidas Guerra da Coréia e da fita. Foram atribuídos aos militares e mulheres dos Estados Unidos. [AWM REL25156.034] ... Medalhas para ampliar
Guerra em 25 de junho de 1950 a Coreia do Norte invadiu o Sul , enquanto o surto foi A australianos chegaram pela primeira vez na Coréia pouco antes da dominante norte-coreano exército para conquistar todo o Sul, as Nações Unidas intervieram. HMAS Força Aérea Australiana No. 77 Squadron Royal Australian Marinha Xaile Haven e HMAS arco Bataan. contra-atacar através das forças da ONU frente e derrotar foi para a norte-coreano território perseguição As tropas da ONU chegaram à fronteira da península coreana e da China, a China a apoiar a Coreia do Norte lutaram na guerra . Desvantagem numérica enfrentando as forças da ONU foram empurrados para retiro para o sul , a capital sul-coreana de Seul caiu para os comunistas mais uma vez foi
Forças da ONU no início de 1951, antes da guerra do Norte e Coréia do Sul para ensinar a 38 graus acima da linha do fio, garantindo mais uma vez marchar. Grupo da 3 º Batalhão 94 pessoas nesta fase da guerra, os australianos combate Gapyeong guerreiros, feridos ou capturados foram
Fio foi fixada mais tarde, o proprietário da evolução mudou quatro vezes por ano, em Seul, e começaram as negociações de paz . Mostrou um padrão semelhante ao guerra de trincheiras da Primeira Guerra Mundial e os dois últimos anos da guerra . Apenas aquelas trincheiras estava frio e triste nas montanhas da Coréia é diferente. Não-tripulado de reconhecimento e emboscada zona, e os dois lados continuam a suscitar vidro paz negociações às vezes aberto para uma ofensiva em larga escala.
Fotos de soldados australianos feridos Feridos soldados australianos, "bombardear" Brown. [AWM PO 147334] ... ferido Ampliar imagem
27 julho de 1953, estabeleceu um cessar-fogo, mas o tratado formal de paz não foi assinado. Hoje Norte e Coréia do Sul, a rigor, ainda está em um estado de guerra, parar a guerra no momento do fio da DMZ pelos exércitos de ambos os lados, manteve estrita vigilância está sendo.
Durante o curso da guerra, mais de 500 mil soldados e mais de um milhão de civis foram mortos. Metade dos industriais da Coréia do Sul, e terço de todas as casas foram destruídas.
Aproximadamente 17.000 soldados australianos lutaram na guerra, dos quais 340 foram mortos.

Destaques: mapa animado indicando as grandes batalhas durante a Guerra da Coréia

  • Coréia Guerra

    Guerra da Coréia mapa estratégico Animação

    Mapa estratégico Guerra da Coreia: 1950-1953

    A eclosão da Guerra da Coréia o primeiro ano da península coreana, de norte a sul, entre o feroz batalha começam foi realizada. Seul, a capital que mudou de mãos quatro vezes. Depois disso, os fios da costa leste à costa oeste em toda a península através das montanhas centrais de fato linha fixa era íngreme ao longo Mapa Estratégico ...
  • Gapyeong

    Gapyeong batalha animações Mapa

    Gapyeong batalha: 23 de abril de 1951 -24, 2009

    Batalha mais famosa da guerra coreana de os australianos levando a batalha a partir do 3 º Batalhão foram atacados por forças comunistas chinesas da numericamente prepotente. Australianos tomar o bonde nos Estados Unidos e as 2 da princesa Patricia unidades de infantaria apoiadas canadenses na crise que teve que ser retirada da cerca das forças comunistas chinesas derrotaram os ataques. Gapyeong mapa ...
  • Rio Han

    Rio Han batalha animações Mapa

    Han batalha River: 19 de setembro de 1951

    Australian navio naval nove jogos na Guerra da Coréia, que é um dos Murchison HMAS chamada várias vezes, a fim de atacar o lado ribeirinha comunistas da torre da corrida rio Han. Edição 19 setembro de 1951, atirador Murchison devem ir diretamente para o site da lareira, e muito perto de enfrentar o inimigo e estar abaixo da linha de água à armadilha várias vezes com balas atingiu penetrante. Rio Han mapa ...
  • Maryang montanha

    Maryang montanha combate animações Mapa

    Maryang batalha montanha: 05 de outubro de 1951 -8

    Campo início da última guerra tornou australianos impasse lutou batalha Imjin River Street está localizado no nordeste de Seul Maryang nas montanhas. 1951 no início de outubro há vários dias o 3 º Batalhão australianos foi o ataque de uma série de avisos a sério. Avisos, montanhas 317 Maryang na linha do inimigo de defesa foi uma importante porta de entrada. Maryang montanhas ...
2013 australiano da Guerra da Coréia







Maryang montanha combate, 3 de outubro de 1951 -8

Montanhas ácido Maryang chamadas operações Commando (Comando de Operação) interpretado por tropas australianas do ataque Divisão 4 o objetivo de perceber, batalha Maryang foi travada antes da Guerra da Coréia trincheira de guerra australianos da batalha última manobra foi ...
Commonwealth parte militar da 3 ª Divisão 1 º Batalhão para atravessar o rio Imjin peninsuIa perceber os fios 19 de Satanás tentou roubar. De fios em vez de continuamente peninsuIa batalhão grande das trincheiras são suas telhas sobre as principais notificações.
Visto de uma distância, este ácido Maryang (317 avisos) a topografia da foto Ácido (317 aviso Maryang extrema esquerda) parece uma montanha íngreme. Lado fios Avisos ataques perante a ONU esta foto é tirada. Outubro 1951 aviso foi ocupada por tropas australianas no 3 º Batalhão de operações Commando. [AWM 044421] ... Maryang foto topografia de montanha para ampliar
Para um conjunto de Frank (Frank Hassett), tenente-coronel comandante do 3 º Batalhão, em Nova Guiné, durante a Segunda Guerra Mundial teve sucesso no Japão santuário sofreu táticas usadas em uma topografia semelhante. Cume aka 'correndo (correndo os sulcos) chamou a tática era uma forma de atacar as encostas para subir ao longo de um cume, em vez de Em 3 de outubro, a Ilha da Nova Zelândia, Regimento de Artilharia 16 Campo e do rei da Inglaterra artigo 8 º do artigo 28, recebeu o apoio dos tanques Centurion da Brigada de Cavalaria de operações de ataque começou. Primeiro, a empresa B, 3 º Batalhão, 199 notificações foram garantidos, e um conjunto de coronel, dois dias após este aviso estava planejando usar como base para ataques Maryang acrescentou concentrados ao longo das cadeias de montanhas. Shire rei da Inglaterra ao sul do Wangsan seguintes avisos ataque syurop empresa C, e as unidades de infantaria leve marcha para apoiar o ataque (KOSB). KOSB ataque foi um fracasso, então no dia seguinte, a empresa C avisos do ataque nordeste concentrado. Desta vez, o aviso caiu.
5 de outubro de Maryang ataque San maciço foi lançado. Australianos ataque concentrado viria do lado sul da montanha Maryang sucesso enganando as forças chinesas, Um grande paralelo da região para levar o ataque ao cume oeste e garantidos por muitos chineses foram seriamente peninsuIa tropas de reposição lá atraídos. Passeio máximo da crista norte aplicado ataque concentrado foi formado por uma série de ataques graves. Primeiro, a empresa B D grande avanço durante o ataque das forças comunistas chinesas então garantidos dois seriamente 'uísque característica de terreno, proteger e fornecer apoio de fogo. Finalmente, como uma derivação da alta Wangsan Empresa marcha C ao longo dos picos cume através da Empresa B e D grande Maryang o topo da montanha e pegou.
Maryang montanha depois de um grupo de fotos pelotão batalha 5 da Companhia B, 3 º Batalhão, Maryang batalha montanha no final de outubro de 1951, retirou as tropas australianas uma das linhas de frente do 3 º Batalhão (3RAR) B grandes cinco pelotões de sobreviventes feridos do que foto de grupo informal. Maciços bombardeios e posterior dia-a-dia dobradiças de ataque tático ocuparam o terreno alto e em 5 atirador pelotão notar inverno. Soldados identificado identidade segue. Norman Ray Perry Sargento MM (Prémio de Mérito), Platoon Leader (cruzamento de cor clara, cueca) John Park Corporal (creme de barbear branco sobre o rosto enterrado); Russell John Mac William Tenente (Cabo Parque da esquerda, o escuro (?) vestindo uma camisa cor de corrida), Cook (Stanley Dennis cozinheiro Hampton palpite Corporal); Inferno "Tubby" Raymond James Lynx doente, 5 Plague trabalho Platoon (Cabo Park não muito vestir a camisa de volta, sorrindo). Soldado eu não bati a linha da frente do lado direito da camisa, que não participou diretamente na batalha de San Maryang soldado das Forças de aumento. Líder do pelotão, neste Parque Ferry foto, soldados Sargento, Cabo e vários cozinheiro Gapyeong à batalha travada. R. Perry doou. [AWM P04953.002] ... 5 pelotão da Companhia B, Batalhão terceiro grupo foto
Mas a batalha ainda não estava vitoriosa. "Dobradiça" Os Avisos da dobradiça e 217 Avisos ainda permanece nas mãos das forças comunistas chinesas foi porque Considera apoio necessário a fim de garantir a totalidade do 3 º Batalhão perceber o comandante da divisão, foi despachado para apoiar o 3 º Batalhão, Royal Northumberland pyujil traseiro (RNF). Batalhão de garantir os 217 avisos foram ataques, mas não conseguiu garantir Avisos.
07 de outubro, agora dobradiças notar Maryang montanhas ao longo do tronco fez parte integrante do 3 º Batalhão foi atacar a ocupação. Para contra-atacar peninsuIa 571 Regimento de reforços 3 º Batalhão chegaram. De recém-chegados Comunista Chinês ataque batalhão de tropas foi a pior experiência de forças comunistas chinesas, no fogo de artilharia das tropas australianas luta desde seguido, mas o ataque falhou. Forças comunistas chinesas 2 milhas, e depois admitir a derrota e linhas de Avisos de retiro foram 217 notificações também foram evacuados.
Australianos vítimas dos mortos 20 pessoas e feriu 104 pessoas. 3 º Batalhão peninsuIa dois batalhões de baixas inimigas foram 340. Montanhas Maryang ocupou o superior é considerada como um batalhão de operações, a história oficial 'Coréia, durante a guerra, os australianos conseguiu a maior façanha ", como é gravado.
Imagens amplas Maryang aviso montanha visível deixou dobradiça Nua no meio da foto é Maryang picos das montanhas. Picos visíveis ao aviso dobradiças esquerda e depois. As tropas australianas aproximar da direita, ao longo da cordilheira de picos. [AWM P04641.108] ... Maryang montanha Zoom Foto Ampla


A intervenção da China Guerra da Coréia

Maryang montanha de combate, 1.951 outubro 03-08:
Mapa de batalha e narrou a seqüência de eventos que

Introdução

[Voz Narrador] ácido Maryang foi chamado de Operações Commando 4 ª Divisão é responsável pela australianos nos Avisos objetivo ofensivas.
Voz comentarista] peninsuIa 19 divisões picos Wangsan altas no sul, incluindo mais montanha Maryang, 'articulação', tomou conhecimento que a parte superior do rio Imjin, parte das terras baixas do rio, Commonwealth 3 º Batalhão do artigo 28 brigadas estão dormentes.

Comentário mapa

O mapa de contorno localizado na parte inferior da comunicação da Imjin Rio Maryang montanhas "dobradiça" dos picos e do rio para o leste do vale próximo à topografia do terreno e os shows. Representa contornos e sombreamento das colinas circundantes e altitude das montanhas do vale. Sombreamento alta altitude fica mais leve. Fluxos descendo ao sul ao longo do vale do rio Imjin ao Mapa norte (superior) do mudaram de direção nordeste do mapa (direita) dos fluxos sobre a borda direita do leste e do Mapa de enrolamento georimyeo. Perto do centro do mapa, ao sul dos 199 avisos localizado um quilômetro a oeste do rio Imjin não está fluindo. 199 Avisos continuar a crescer para o oeste ao longo do vale do rio uma avisos é o início de um bloco. Coloque a parte superior da montanha de cerca de dois quilômetros de distância Maryang aviso de 199 NW. Outro trecho paralelo Maryang cume das montanhas para a direção do rio East-Nordeste, enquanto formando uma saliência semicircular da. Também Maryang o topo da montanha, a menos de um quilômetro a oeste do que é a "dobradiça" Avisos e 217 Avisos desceu um pouco mais no sudoeste e está localizado ao longo da forma de triângulo. Dobradiça montanhas "Maryang para a esquerda do mapa para o terreno de Koshi (abaixo), a cerca de 4 km de picos dos outros dois grupos que saltam acima. Primeiro grupo de Wangsan alto e para baixo do Aviso 220 montanha está localizada um pouco para o nordeste. 227 aviso e neste ponto está localizado a 2 km ao sudoeste da serra estão localizados. Wangsan lado afetivo alta de cerca de 2 quilômetros de distância 238 notificações, 199 avisos do local de cerca de 2 milhas devido sul para o ponto é. Este aviso está localizado no lado oeste do ponto de mudar a direção do rio Imjin sul até.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Euclides da Cunha além de “Os Sertões”; Euclides da Cunha; “Os Sertões”, outras obras; reflexões.

 Euclides da Cunha além de “Os Sertões”


                                                                                                Euclides da Cunha além de “Os Sertões”                               

 

 

 

Maria Aparecida Granado Rodrigues

Especialista em Análise do Discurso - Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Especialista em Metodologia do Ensino Aprendizagem de Língua Portuguesa- Faculdade de Educação São Luís.

(cidigranado56@yahoo.com.br)

 

 

RESUMO: 

Euclides da Cunha não é autor de um livro só. Embora muito se fale a respeito do livro “Os Sertões” que tem uma abordagem, ao mesmo tempo, científica, geográfica, geológica, etnográfica, filosófica, sociológica, poética, etc., há outros livros escritos por Euclides tão importantes para o conhecimento de problemas do Brasil e do mundo. É indiscutível o valor de “Os Sertões” porque as suas páginas revelam a dor humana, seja ela oriunda das condições físicas enfrentadas pelo povo do sertão nordestino; seja pela crueldade das ações contra Canudos. Porém, outros livros de Euclides como “À margem da História”, “Contrastes e Confrontos” são bons exemplos de reflexão sobre questões sociais e políticas que interessam a qualquer pessoa em qualquer época.

 


 

     Reconheço que é missão de suma responsabilidade tentar fazer uma abordagem singular sobre este tema, afinal, muito já se escreveu sobre a vida e obra de Euclides da Cunha.

     Sabemos que Euclides não é autor de um livro só. A Bibliografia Euclidiana compõe-se dos seguintes livros: “Os Sertões” (1902); “Peru versus Bolívia” (1907); “Castro Alves e seu tempo“ (1907); “Contrastes e Confrontos” (1907); “À Margem da História” (1909); “Contrastes e Confrontos” (1907); “Diário de uma Expedição” (1939); “Caderneta de Campo” (1975).

     Além desses livros, Euclides da Cunha escreveu cartas, poesias e relatórios.

 

1 ) “Os Sertões”: Não há como negar que a posição de Euclides da Cunha na Literatura Brasileira como grande escritor que foi, merecedor de muitos elogios, está atrelada à criação do livro “Os Sertões” que, sem dúvida, é o maior de todos.

     Primeiramente porque o livro “Os Sertões” foi uma denúncia de um problema vivido pelo Brasil e que é atual e creio que sempre o será. O problema da injustiça cometida por aqueles detentores do poder contra os pobres, os fracos, os oprimidos, os operários, os analfabetos, os sem-terra, os sem-saúde, os trabalhadores dos campos, os abandonados do sertão, pessoas que vivem no anonimato, seja qual for o regime em vigor.

     Segundo Paulo Dantas, “Os Sertões são exemplo único de um livro dentro da formação de uma nacionalidade. Pesou, influiu e ainda influi, porque o portento, o arremesso de Euclides da Cunha revelou o país ao mundo – o abandono inteiro de uma raça, o seu misterioso caldeamento, a sua virilidade estragada, a poesia, o heroísmo, o espanto, a miséria e a grandeza da real existência sertaneja”

     Podemos dizer também que o livro “Os Sertões” foi como uma candeia que colocada à frente, abriu e clareou caminhos para outros escritores que resolveram assumir posição de luta contra esses mesmos problemas. Autores como Monteiro Lobato, Raquel de Queirós, Graciliano Ramos, Jorge Amado e outros que, influenciados por Euclides da Cunha, resolveram tratar do problema da seca e suas consequências, do caboclo esquecido, ignorante e miserável, situações que sempre colocaram e colocam patrícios nossos em situação desvantajosa em relação aos demais brasileiros.       

Os Sertões nasceram como história da campanha de Canudos - é o que nos diz Euclides na "Nota Preliminar" do livro. Mas, terminada a guerra, Euclides, que a anotara com minúcias de repórter, resolveu dar à longa narração o caráter de exemplo de tendências conflituosas da nossa realidade.

SegundoAlfredo Bosi, “há, portanto, na obra, dois grandes planos: o histórico e o interpretativo. Ao plano histórico responde a parte final do livro: "A Luta". Ao plano interpretativo, as duas primeiras secções: "A Terra" e "O Homem".

Ainda, segundo Bosi, “a ordem não é gratuita: vincula-se à cultura do autor e de seu tempo, determinista. Os fundamentos de toda a realidade repousam na matéria; por sua vez, a vida, manifestação orgânica"

     Isso quer dizer que Euclides da Cunha partia do pressuposto que para entender sob o ponto de vista científico o que se passou em Canudos, era necessário considerar o    ambiente, a geografia do lugar ( A Terra ); os aspectos antropológicos, mostrando os cruzamentos das raças e o aparecimento do tipo do sertão ( O homem ); e as circunstâncias históricas, culturais, políticas, sociais que interferem nos acontecimentos, no caso específico, a guerra de Canudos ( A Luta).     

     A Terra, primeira parte do livro, embora seja de difícil compreensão, possui uma intensa beleza expressiva. É uma espécie de tratado sobre a geologia nordestina. É uma descrição intrigante, bela e difícil que contagia e incomoda. A descrição abrange o cenário físico, as caatingas, as serras, as águas, o ar, a vegetação.

     Não se trata de um cenário apenas ornamental, mas determinante das ações: clima, plantas, animais, rios, homem, tudo sofre com as secas. Quem enfrenta tais situações já é uma vítima. É evidente que as condições ecológicas cruéis fazem com que o crime se torne ainda mais hediondo. Euclides nos prepara para  entendermos melhor a questão quando escreve: “o martírio do homem, ali, é reflexo de tortura maior, mais ampla, abrangendo a economia geral da Vida. Nasce do martírio secular da Terra...”

            Ao descrever o meio sertanejo, Euclides acentua o aspecto de uma paisagem torturada, obrigada a viver violentos contrastes __ “ A natureza compraz-se em um jogo de antíteses” (p.38) ____, entre os verões queimosos e os invernos torrenciais.

 

É uma paisagem impressionadora.

As condições estruturais da terra lá se vincularam á violência máxima    dos agentes exteriores para o desenho de relevos estupendos. O regímen torrencial dos climas excessivos, sobrevindo, de súbito, depois das instalações demoradas, e embatendo naqueles pendores, expôs a muito, arrebatando-lhes para longe todos os elementos degradados, as series mais antigas daqueles últimos rebentos das montanhas: todas as variedades cristalinas, e nos quartzitos ásperos, e nas filades e calcários, revezando-se, repontando durante o cada passo, mal coberto por uma folha tolhiça __ dispondo-se em cenários em que ressalta, predominantemente, o aspecto atormentado das paisagens (p.13).

 

 

     Na segunda parte, O Homem, completa a descrição do cenário narrando as origens de Canudos. Euclides da Cunha estudou a gênese do jagunço e, principalmente, a de seu líder, Antonio Conselheiro. Falou de raças (índio, português, negro), e de sub-raças (que indica com o nome "mestiço"). Em O Homem o autor caracterizou o sertanejo como "Hércules-Quasímodo", usando antíteses e paradoxos (Hércules era um semideus latino, encarnação de força  e valentia; Quasímodo era sinônimo de monstrengo, de pessoa disforme, personagem de Nossa Senhora de Paris, romance de Victor Hugo). Preparando o ambiente para os episódios de Canudos, Euclides da Cunha expôs a genealogia de Antônio Conselheiro, suas pregações e a fixação dos sertanejos no arraial de Canudos.

     Na terceira parte, A Luta, Euclides conta sobre as quatro expedições do Exército enviadas para suplantar a rebelião de Canudos, que reunia "os bandidos do sertão": jagunços (das regiões do Rio São Francisco) e cangaceiros (denominação no Norte e Nordeste). Eram mais ou menos 20.000 pessoas no arraial, na maioria, ex-trabalhadores dos latifúndios da região.

Com seis subtítulos (Preliminares, Travessia do Cambaio, Expedição Moreira César, Quarta Expedição, Nova Fase da Luta e Últimos Dias) completou, por sua vez, o elenco dos personagens esboçado na segunda parte (O Homem). Quer estudando-os em conjunto, como no trecho Psicologia do Soldado, quer em particularidades, como no retrato físico e psicológico do coronel Antônio Moreira César.

     Ao contar sobre a guerra de Canudos, Euclides da Cunha, nos mostra as chagas de um país dividido. De um lado uma sociedade que detinha o poder político e econômico, localizada no Rio de Janeiro e em outras cidades costeiras. Do outro lado, particularmente no sertão nordestino, cresciam homens e mulheres à mercê das atitudes arbitrárias dos coronéis e dos chefes locais.

     Com seu livro máximo, Euclides da Cunha provou que houve negligência por parte das autoridades na repressão aos canudenses de Antonio Conselheiro.

     “E foi, na significação integral da palavra, um crime. Denunciemo-lo” ( Nota preliminar).

     Aquele povo, num cenário de miséria e abandono, num lugar perdido entre caatingas e serras chamado Canudos, disparou o grito do país até então não conhecido. O grito não pôde ser ouvido porque não foi entendido pelos dirigentes que preferiram suplantá-lo com armas, preferiram sufocá-lo com balas.

     O crime reside na incompreensão de Canudos por parte do litoral. Lemos em “O Homem” – capítulo V: “Eram, realmente fragílimos, aqueles pobres rebelados. Requeriam outra reação. Obrigavam-nos a outra luta. Entretanto enviamos-lhes o legislador Comblain; e esse argumento único, incisivo, supremo e moralizador – a bala”.

     Desvelado o crime em toda a sua extensão, resta apenas o lamento e a reflexão. Euclides da Cunha faz isso com a dignidade que o momento exige: “Fechemos este livro. Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história resistiu até ao esgotamento completo”.

     Passarei agora a uma pequena análise sobre as outras produções que nos deixou o nosso incomparável escritor.

 

2 ) “Peru versus Bolívia”: Livro publicado pela 1ª vez em 1907, em artigos do Jornal do Comércio, foi imediatamente traduzido para a língua espanhola. O livro é composto de 8 estudos. Trata de uma discussão de maior importância para os países interessados, para o Brasil, para toda a América.

     O livro nada mais é do que um estudo técnico sobre o litígio de fronteiras entre os países Peru e Bolívia. Estuda o problema levando em conta todos os aspectos que podiam levar à conclusão final: histórico, geográfico, político e jurídico. O professor Francisco Venâncio Filho disse bem acerca de Euclides da Cunha “Revela mais uma vez a sua excepcional capacidade de pensador e um profundo conhecimento dos países da América do Sul. Por tudo isto, teve excepcional repercussão em todo o continente”.

     Com o tratado de Petrópolis, o Brasil acertou seus problemas fronteiriços com a Bolívia. Coube ao Brasil o Acre que já era habitado e defendido pelos nordestinos que para lá iam fugidos das secas.

     O Acre havia sido proclamado independente em 1902. Por causa desse acerto o Peru sentiu-se fraudado e reclama da Bolívia 720.000 Km2, incluindo o Acre.

     Euclides da Cunha, valendo-se desse rico material técnico e histórico, mostra a existência de erros que terminaram por orientar a delimitação territorial entre Peru e Bolívia.

     Euclides da Cunha pôde presenciar o problema angustiante do seringueiro nosso no Acre, isso fez com que ele passasse a se preocupar com essa questão de delimitação de terra entre esses dois países. Tomou, então, apaixonadamente o partido da Bolívia. Ele tornou-se o “Cavaleiro andante da Bolívia contra o Peru”, conforme ele mesmo se definia.

     Mais uma vez vemos Euclides da Cunha se posicionando como advogado das causas injustas, embora muitos não o compreendessem e nem tão pouco o compreendam hoje.

     São palavras do escritor maior: “Muitos talvez não compreendam que, numa época de cerrado utilitarismo, alguém se demasie em tanto esforço numa advocacia romântica e cavalheiresca, sem visar um lucro, ou interesse indiretos. Tanto pior para os que não o compreendam. Falham à primeira condição prática, positiva e utilitária da vida, que é aformoseá-la.”

     Com esse espírito é que Euclides denunciou um erro defendendo não os direitos da Bolívia, mas defendendo o Direito.

 

3 ) “Castro Alves e seu tempo”: Trata-se de uma conferência pronunciada por Euclides da Cunha, em 3 de dezembro de 1907, no Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito de São Paulo, a convite dos acadêmicos. A entrada foi paga, pois a conferência se destinou a angariar fundos para uma herma do poeta baiano.

     Nessa conferência exalta a genialidade de Castro Alves. São palavras de Euclides: “... nenhum dos nossos poetas foi, tanto quanto Castro Alves, ainda mais oportuno, nascendo com o renascimento da sua terra. Os sucessos sumariados dizem-no-lo por si mesmos. Está nesta circunstância a sua maior grandeza”.

 

4 ) “Contrastes e Confrontos”: Trata-se de uma coletânea de artigos saídos em sua maioria, originalmente, na imprensa. Foram escritos por volta de 1904 e organizados por um editor de Portugal. Entre os vários artigos há alguns de grande interesse: “Plano de uma Cruzada”: o tema desse artigo é a seca.

     Vemos um Euclides preocupado com a ecologia. Ele critica a nossa incapacidade criadora de combater a seca, principalmente por ser um fenômeno previsível. “As secas do extremo norte delatam impressionadoramente, a nossa imprevidência, embora sejam o único fato de toda a nossa vida nacional ao qual se possa aplicar o princípio da previsão”.

     Euclides apresenta várias sugestões que formariam um plano estratégico desta cruzada contra o deserto. Sugeriu “a açudada largamente disseminada” – em virtude dos vales e aproveitando as corredeiras das montanhas que a própria erosão transformou em grandes covas; “a arborização em vasta escala” com vegetais que sejam apropriados para aquele clima rude do sertão; “as estradas de ferro de traçados adrede dispostos ao deslocamento rápido das gentes flageladas”; “os poços artesianos, nos pontos em que a estrutura granítica do solo não apresentar dificuldades insuperáveis”.

     As soluções apresentadas por Euclides da Cunha mostram que ele tinha profundo conhecimento do que falava e era muito interessado nesses assuntos.

     Num outro artigo do livro “Contrastes e Confrontos”, “Fazedores de Desertos”, vemos também a preocupação de Euclides da Cunha, isso em 1904, com o problema da seca e da ecologia. Critica o desmatamento, a queimada de árvores para obtenção de combustível único das nossas locomotivas.             Euclides critica a ação devastadora do homem que não se preocupa com o mundo em que vive.

     Vemos sua posição neste trecho “Temos sido um agente nefasto e um elemento de antagonismo terrivelmente bárbaro da própria natureza que nos rodeia”.

     Outro artigo que merece destaque é “Um Velho Problema” – artigo escrito a 1º de maio de 1904 a propósito do Dia do Trabalho. Disserta ele sobre questões trabalhistas; fala sobre o capital, o trabalho, a produção, o uso da terra e, numa época em que ninguém tinha coragem de abordar o assunto. Ele afirma: “A força única da produção é o trabalho. A terra, as máquinas, o capital não produzem sem o braço do operário”.    É, portanto, um artigo que aborda questões sociais e defende o direito de greve do trabalhador.

     Muitos outros assuntos ainda foram tratados por Euclides da Cunha em “Contrastes e Confrontos”.

5 ) “À Margem da História”: obra publicada após a morte de Euclides da Cunha, também reunindo artigos saídos da imprensa. Possui uma primeira parte dedicada aos temas amazônicos, abrangendo quase metade do livro, deveria fazer parte de outra obra do porte de “Os Sertões” que ele intencionava escrever. Seu título seria “Um Paraíso Perdido”. Seria um “segundo livro vingador”. Deveria referir-se à Amazônia, acusando os descasos pela terra e o desprezo pelo homem. Sobre Euclides e sua ida à Amazônia, (TOCANTINS...1978, P.31) afirma:

                     

 Na crise atual de valores, quando princípios de honra, de dignidade, de

competência sofrem uma penosa erosão, o exemplo de Euclides nos anima ao regresso à Inteligência. Tudo o que foi na Amazônia: o geógrafo, o explorador, o historiador, o sociólogo, o esteta, o lírico da natureza, o profeta de futuros, o agente do Estado em missão técnica e ainda mais político-diplomática. Que ele cumpriu com honra, altivez, competência, cordialidade com o colega peruano. E finalmente, com o seu permanente e vigoroso brasileirismo. A ”linha reta”, como ele designava o princípio norteador de seu comportamento. A Linha ética de sua engenharia social aliada ao seu modo de ser pessoa humana.

 

     Um texto particularmente antológico é “Judas Ahsverus”. Tendo como ponto de partida a festa de malhação de Judas, Euclides cria uma série de correspondências entre o boneco de palha surrado que fica flutuando pelo rio e a própria idéia da violência, solidão e, sofrimento do seringueiro enganosamente atraído para a Amazônia. Dá-nos a impressão o texto de que ao malhar o Judas, o homem amazônico se malha: “É um doloroso triunfo. O sertanejo esculpiu o maldito à sua imagem. Vinga-se de si mesmo: pune-se, afinal da ambição maldita que o levou àquela terra.” ( À Margem da História, p.76 ).

“Judas Ahsverus” denuncia as brutais formas de exploração do homem da Amazônia no início deste século, o qual parece encontrar-se abandonado até por Deus: “... o Redentor Universal não os redimiu; esqueceu-os para sempre, ou não os viu talvez, tão relegados se acham à borda do rio solitário, que no próprio volver das águas é o primeiro a fugir.” ( À Margem da História, p.73 ).

Podemos perceber que “Judas Ahsverus” e os demais textos amazônicos de “À Margem da História” são muito atuais.

No livro figura “Transacreana”, em que Euclides sonha com uma estrada de ferro que seria fator de progresso e integração da região Amazônica ao restante do país. Sonho quase realizado em A Transamazônica. . .

No livro encontra-se também “Primado do Pacífico”, em que Euclides da Cunha afirma que haveria uma grande guerra entre os Estados Unidos e o Japão. Escritoem 1909, o conflito se deu em 1941. . .

Há no livro também “Viação Sul-Americana”- fala da deficiência de nossas ferrovias e o aproveitamento dos rios para navegação.

Em 1939, veio a lume outro livro – “Canudos, Diário de uma expedição”, onde se encontram todas as informações e apontamentos da campanha. Euclides usou-os na elaboração do 3ª parte de os “Os Sertões”, a Luta.

Também “Caderneta de Campo” – contendo anotações de Euclides da Cunha durante as atividades em Canudos como repórter de guerra pelo “O Estado de São Paulo”.

Além desses livros, Euclides da Cunha escreveu cartas, poesias e relatórios. As cartas estão reunidas em “Euclides da Cunha e seus amigos”, reunidas por Venâncio Filho.  As poesias estão nos seu caderno de poesias “Ondas”, são 84 poesias.

            Há que se destacar ainda o “Relatório da Comissão Brasileiro – Peruana de Reconhecimento do Alto Perus”.            São 77 páginas de um trabalho eminentemente técnico, de inteira essência geográfica. Relata o seu desapontamento no primeiro contado com o rio e com a terra amazônica.

Euclides da Cunha conseguiu atravessar o século XX conquistando cada vez mais admiradores, embora seja um dos menos lidos em virtude de sua complexidade. Quem sabe um dia, com o esforço de professores e movimentos populares, esse quadro mude.

 

Referências Bibliográficas:

CUNHA, Euclides da. Os sertões. Edição crítica de Walnice Nogueira Galvão. São Paulo: Ática, 1998;

ANDRADE, Olímpio de Sousa. História e interpretação de 'Os Sertões'. 3. ed. rev. e aum. São Paulo: EDART, 1966.

CUNHA, Euclides da. À margem da história. Editora Lello Brasileira S.A. 1967.

BOSI, Alfredo : A releitura de Os sertões hoje. www.culturabrasil.org/bosi.htm.

DANTAS, Paulo. Euclides e as Dimensões Sertanejas. Revista Brasiliense, São Paulo, set./out. 1958.

PINHEIRO, Célio. 80 anos de Os Sertões de Euclides da Cunha.Edições Arquivo do Estado. São Paulo,1982.

TOCANTINS, Leandro. Euclides da Cunha e o Paraíso Perdido. 3. ed. Civilização Brasileira/Mec. 1978.

CUNHA, Euclides da. Contrastes e Confrontos. 9. Ed. Livraria Lello e Irmão,Chardron. Lisboa.

CUNHA, Euclides da. Diário de uma expedição. Organização: Walnice Nogueira Galvão. São Paulo: Companhia das Letras,2000.

CUNHA, Euclides da. Castro Alves e seu tempo. Organização e introdução de Cássio Schubsky. São Paulo: Lettera.doc. Associação dos Antigos alunos da Faculdade de Direito da USP, 2009.

VENTURA, Roberto. Euclides da Cunha –esboço biográfico. Organização de Mário César Carvalho e José Carlos Barreto de Santana. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.



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